Ah! O amor…

Tem um amor que chega suavemente. Ele chega de mansinho, sem fazer alarde. Vai se aconchegando devagar…

Quando se dá conta, descobre-se enamorado e sabe-se bem onde quer estar: No abraço apertado daquele que começou a amar.

Esse amor chegou silencioso e silencioso ficará, pois nestas horas em que as palavras ainda não foram ditas e que se ama ainda sem poder falar, Chico me consola. Como disse em futuros amantes: O amor não tem pressa, ele sabe esperar em silêncio, num fundo de armário, na posta restante, milênios, milênios no ar…

Salve Chico Buarque, salve os amores que serão sempre amáveis…

Por Júlia Miguel

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